Com aquele olhar
ingenuamente
quis formar um par
que fosse diferente
de quem apenas diz amar.
Quem sabe por meio dele até flutuar
assim, sem pretenção
partir para algum lugar
só nós e um violão.
E àquele olhar
sempre pertencer.
Desespero seria vê-lo migrar
para outro olhar que lhe possa fazer
melhor e ser como um lar.
Eis que lá vem o olhar,
trazendo de volta o sorriso,
transformou-se num abrigo,
inspirando felicidade no próprio ar
que respiro.

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